sábado, 30 de agosto de 2008

Inclusão de Deficientes Visuais

A educação especial no Brasil está passando por um processo de mudanças profundas, algumas das quais estão acontecendo de forma muito rápida, cabendo a nós, educadores refletir sobre esse novo contexto, e tentar estabelecer algumas das estratégias que julgamos fundamentais para que essa educação se converta em iniciativas de qualidade, que culminem de fato no crescimento do seu público alvo, ou seja, as crianças.Por outro lado, tem-se ouvido, com certa apreensão e com grande temor, referências a esta palavra “inclusão”, que surge no cenário educacional brasileiro, como se fosse mais uma moda.Sabe-se por relatos de colegas professoras que, em escolas públicas bem equipadas e, principalmente, dotadas de professores capacitados para trabalhar com o processo de integração plena, os resultados têm se mostrado positivos.Entretanto, essa realidade não se constitui regra em nosso meio, pois nas salas de recursos específicos para deficientes visuais, há professores sem capacitação específica e nenhum preparo para trabalhar em parceria com o ensino comum, tornando-se, desta forma, o trabalho pedagógico das salas de recursos individualizados, solitários, e, muitas vezes, esses espaços acabam funcionando como classe especial. Apesar de tudo isso, é necessário estudarmos as diversas formas de poder trabalhar com esses alunos, afinal, eles agora fazem parte do nosso dia-a-dia. Não podemos isolá-los, temos que nos aperfeiçoar, precisamos encontrar meios para que eles não se sintam como “especiais” e sim como crianças normais.

Diagnóstico da Dificuldade de Aprendizagem

As pessoas envolvidas no processo educativo sentem necessidade de saber como as crianças pensam, se desenvolvem, adquirem conhecimento do mundo. Para atender a essas necessidades procura-se estudar, pesquisar, aprender.Levando-se em consideração a vida diária de um professor, observa-se o surgimento de fatos que não lhe são comuns, confusos e até preocupantes. Isto acontece quando o mesmo depara-se com crianças que têm dificuldades em aprender. Apesar de ter estudado algo sobre a aprendizagem o professor às vezes se sente impossibilitado quando se defronta com tais obstáculos, quando surge uma criança que não pára no lugar, não consegue aprender, por mais tentativas que se faça, a lacuna na compreensão do ser humano se apresenta em toda sua grandeza.Frente às dificuldades escolares as crianças apresentam um declínio no prazer da aprendizagem logo que se deparam com os primeiros obstáculos.Esta monografia tem por objetivo compreender a importância da Psicopedagogia no diagnóstico e prevenção das dificuldades de aprendizagem.O estudo se justifica e se faz relevante, pois quando as dificuldades escolares surgem, deve-se procurar atendimento especializado. Quanto mais tempo demorar a intervenção, mas graves serão as conseqüências. Ao realizar uma atividade e não obter êxito, a auto-estima da criança diminui: ela não faz os deveres escolares, falta às aulas e em casos mais graves, abandona o ambiente escolar ou passa a apresentar dificuldades de relacionamento com colegas, professores e família. Existem sinais claros que estão relacionados à queda do interesse pela escola: perda do orgulho pelo trabalho escolar, queixas que não apresentam relação com a aprendizagem, como “o lanche é ruim”, “o professor é chato”, recusa em falar sobre a escola, que é caracterizada por respostas curtas, tarefas escolares relatadas como “cansativas” em vez de dizerem que apresentam dificuldades.Nesse sentido, acredita-se que o profissional que atua em Psicopedagogia pode ser muito importante tanto na prevenção quanto no diagnóstico das dificuldades de aprendizagem, pois somente conhecendo o ser humano em sua natureza própria, nas relações entre seus membros constitutivos e o mundo é que pode-se conseguir uma aproximação com a criança. Para o desenvolvimento desta pesquisa, optou-se pela pesquisa bibliográfica.A pesquisa bibliográfica procura explicar um problema a partir de referências teóricas publicadas, buscando conhecer e analisar as contribuições culturais ou científicas do passado existentes sobre um determinado assunto, tema ou problema.O presente estudo será dividido em 5 etapas, a saber: (a) levantamento do referencial teórico; (b) seleção do referencial teórico apropriado a presente investigação; (c) leitura crítico-analítica do referencial selecionado; (d) organização dos dados levantados e (e) elaboração do relatório final.

Diferencia entre Diafluência e Gagueira

A gagueira é uma disfunção da fala, mas esta não afeta somente a comunicação do indivíduo; afeta também seu comportamento.As reflexões que serão apresentadas ao longo desse estudo, visam contribuir para que o educador possa ampliar seus conhecimentos sobre a gagueira – inclusive para a distinção entre disfluência comum da infância e risco efetivo de gagueira – e assim, participar mais seguidamente de sua prevenção.Antes de iniciar-se a consideração etiológica é importante esclarecer a diferenciação entre dois conceitos intrincados mas diferentes: disfluência e gagueira. Segundo uma das mais modernas teorias, proposta por Perkins, Kent e Curlee (1991), o padrão de fluência está relacionado a duas operações cerebrais coordenadas: uma que controla a produção dos sons da fala e outra que controla a produção das sílabas, nas quais os sons da fala devem ser inseridos. Se alguma dessas operações estiver defasada em relação a outra, o fluxo da fala será temporariamente rompido. A recuperação automática dessa defasagem temporal entre as duas operações é o fator determinante para recuperar a fluência e garantir a qualidade da emissão. Assim, a disfluência é qualquer rompimento no fluxo da fala – comum a todos os falantes – e a gagueira é a disfluência que por razões variáveis, como veremos a seguir, não permite a pronta recuperação do equilíbrio dos sistemas cerebrais citados.No caso das crianças, como colocado por Zebrowski (1995), durante os anos de aquisição e desenvolvimento da linguagem é comum que existam períodos variáveis no grau de fluência. Essa variação é decorrência das incertezas morfo-sintático-semânticas e do amadurecimento neuromotor para os atos da fala. A maioria das crianças supera com sucesso esse período – cerca de 80% das crianças recupera o padrão fluente de 6 a 8 meses após o surgimento das repetições. Para o outro grupo, a disfluência se mantém ou se agrava, podendo ou não chegar a associar movimentos corporais ao ato de fala. Esse é o grupo com grande probabilidade de vir a tornar-se crônico. Caracterizar precocemente essas crianças ampliará as possibilidades de interceptar o processo evolutivo da doença.

Fundamentos Teóricos e Metodológicos da Educação

A Educação Infantil no Brasil, projetada para ser o alicerce de uma construção de base sólida e segura para o educando, visando um percurso pelo caminho do desenvolvimento de nossa sociedade, caracteriza-se, no mínimo, por uma série de ações desafiadoras e, como tal, é necessário acreditar e lutar. Com um dos focos em mente, que é a preocupação de definir como prioridade a educação universal das crianças definindo prioridades e destacando necessários investimentos, em especial públicos, em infra-estrutura física, acima de qualquer dúvida, o maior investimento será a formação profissional de docentes que atuem nesta área, que arriscamos dizer, privilegiada.Na atuação desses profissionais, devidamente capacitados e valorizados, tal compromisso almejado referente à responsabilidade na construção de um país desenvolvido e com inclusão social, começando juntamente com as crianças pequenas na Educação Infantil, os resultados serão, com certeza, ecoados internacionalmente. Como já é possível ouvir experiências e resultados significativos que estão contribuindo para este sonho seja realizável.O Referencial Nacional para a Educação Infantil abre um maior espaço para que os conteúdos sejam trabalhados em âmbitos gerais, processados de forma integrada e global fazendo inter-relações entre diferentes eixos a serem desenvolvidos com as crianças, eixos estes fundamentais ao seu desenvolvimento. Isto deu-se através do Conselho Nacional da Educação, pela Lei de Diretrizes e Bases Educacionais para a Educação Infantil, em 7 de abril de 1999, O Educador, como mediador desse processo, tem como meta organizar os conteúdos de forma que se tenham informações de diversas áreas, sem que se separem, estudando a questão como um todo, olhando-a sob diferentes ângulos, ou seja, pontos de vista, diferentes, onde será prontamente ressaltado o devido valor do respeito ao ouvir e tentar compreender uma opinião oposta que venha a surgir no decorrer dessas ações educativas, que terão reflexos extra-escola, provavelmente.É fundamental para que os alunos situem-se no mundo de hoje, o apoio de professores também atualizados e que estejam preparados para administrar suas aulas dentro dos enfoques como a interdisciplinaridade, inteligências múltiplas e formação de competências. Para que as crianças consigam processar as inúmeras informações que lhes são transmitidas diariamente pela mídia, sabendo construir suas reflexões, levando em conta aspectos envolvidos, e não tomar para si uma opinião ‘da maioria’ como pessoal, sem argumentos. Por isso, o educador é responsável pelo desenvolvimento da identidade e autonomia de seus alunos, sem esquecermos da primordial importância da família que intervêm favoravelmente, integrando-se à ‘missão’ de educador.

Os Educadores e a concepção Construtivista

O novo século se configura como o momento de redefinição de papéis e conduta dos profissionais das mais diversas áreas de atuação. O perfil do educador se traduz na superação dos desafios que surgem a cada momento.Considerando que hoje já existe a consciência de que o trabalho pedagógico deve ser realizado no equilíbrio e na harmonia do desenvolvimento de cada ser humano, e que a rapidez das mudanças da sociedade interferem na formação de valores das crianças dos adolescentes, a escola assume novas características no compromisso com valores ético políticos, na preparação de educandos como agentes da informação e não meros acumuladores de dados, na formação de cidadãos profissionalmente éticos e competentes, preparados para o momento presente e para um futuro que ainda está por vir.“Os professores e a concepção construtivista” foi escolhido porque o construtivismo entrou no Brasil, há mais de uma década, e de lá para cá, vem conquistando adeptos.Mudou totalmente a maneira de se alfabetizar, causando assim em muitos professores a insegurança, a dúvida entre ficar com o tradicional mais seguro ou buscar novas formas para alfabetizar, como o construtivismo. Sendo assim, precisa-se de teorias que forneçam instrumentos de análises e de reflexão sobre a prática, sobre como se aprende e como se ensina.Como questões a serem respondidas apresentam-se: 1. O que é considerado na concepção construtivista? 2. Qual e o papel do professor no construtivismo? 3. O que é necessário para ser um professor construtivista?Apresentam-se como hipóteses:1. A teoria construtivista considera que o conhecimento é construído pelo individuo, num processo contínuo do saber ao longo de sua historia de vida, na interação com o meio onde vive e com as pessoas com as quais convive: Na escola, no clube, igreja, etc. 2. Em vez de dar matérias, numa aula meramente expositiva, o educador deve organizar o trabalho didático-pedagógico de modo que o educando seja o co-piloto de sua própria aprendizagem. O professor fica na posição de mediador ou facilitador desse processo.3. É necessário que todos os educadores dominem e tenham conhecimento profundo das teorias que explicam a construção da inteligência e os processos de aprendizagem para que possam realizar mudanças significativas e eficientes na prática pedagógica e nas suas propostas didáticas, pois todo educador tem que ter por trás do seu fazer pedagógico, uma teoria que o suporte.Mas os educadores têm de ter em mente que as teorias sobre o construtivismo, devem somente ser usadas como um suporte nas suas práticas pedagógicas. Pois não existe um método construtivista para segui-lo, como se fosse um livro de receitas, existe sim uma "Postura construtivista".Toda teoria é construída num cenário cultural, nunca por um teórico individual. A teoria é o produto de suas reflexões e experiências. O papel do professor é de proporcionar situações que levem os educandos a aprenderem a aprender.Então cabe ao educador-mediador gerar uma ponte educativa entre os conhecimentos reais que a criança já tem quando chega à escola, aqueles que trás de suas vivências extra-escolares, para que se transformem em objetos de conhecimentos a serem investigados e desenvolvidos dentro do espaço da sala de aula.Apresentam-se como objetivos gerais analisar e entender qual é o papel do professor nesta concepção, que torna o educando agente do processo ensino-aprendizagem direcionando-o, questionando, permitindo e exigindo-lhe ação. Como objetivos específicos apresentam-se fazer com que o professor deixe de ser apenas um conferencista e que estimule a pesquisa e o esforço, ao invés de se contentar com a transmissão de soluções já prontas.A metodologia a ser utilizada para essa pesquisa será através de referências bibliográficas de grande educadores que tem contribuído para educação no mundo e no Brasil: Jean Piaget, Vygotsky .O trabalho será finalizado com uma Pesquisa de Campo realizada em uma escola pública e outra em escola particular, que procurará mostrar como tem sido aplicada e trabalhada essa proposta.

Alfabetização no Processo Construtivista

O tema desse trabalho: “Alfabetização no processo Construtivista” veio em busca de respostas, através de análises das teorias de grandes mestres no tema. O problema da alfabetização que tanto atormenta os professores assume importante papel, já que a interação entre eles é fator de suma importância para o desenvolvimento do processo. Como problema apresentou-se: A alfabetização construtivista é uma nova proposta que já vem sendo veiculada no Brasil já algum tempo. Podemos afirmar que sua introdução na educação brasileira corresponde ao esperado pelos professores? A metodologia a ser utilizada para essa pesquisa foi através de referências bibliográficas de grande educadores que tem contribuído para educação no mundo e no Brasil. Entre eles está: Emília Ferreiro, Jean Piaget, Paulo Freire entre outros grandes nomes da educação. Além, é claro, de observação em uma classe de uma escola estadual, a fim de analisarmos teoria e prática ao mesmo tempo.

Alunos especiais de 0-6 anos de idade

O presente trabalho se propõe a pesquisar sobre o tema “A Psicomotricidade e o Portador de Necessidade Especial”, delimitando-se o estudo à pesquisa do desenvolvimento psicomotor do Portador de Necessidades Especiais de 0 a 6 anos de idade.Neste sentido, questiona-se: de que maneira e até que ponto a psicomotricidade pode intervir para uma melhor aprendizagem do portador de necessidade especial?São objetivos desta pesquisa: definir aprendizagem; conceituar o que são necessidades especiais; conceituar psicomotricidade; conhecer a importância da psicomotricidade no processo de ensino-aprendizagem para o portador de necessidade especial; e sugerir atividades que podem auxiliar nas diversas áreas de comprometimento do portador de necessidade especial.A criança portadora de necessidades especiais, além de direito, tem a necessidade de cursar uma escola normal. A escola, na nossa cultura é uma representante da sociedade. Portanto, alguém que freqüenta a escola se sente mais reconhecido socialmente do que aquele que não freqüenta.Seja qual for o problema ou o grau de deficiência temos que minimizar os efeitos de tantos anos de exclusão buscando formas de incluir esse alunado, escolar e socialmente, alterando nossas atitudes e buscando alternativas que possam fazer com que esse ser descubra suas potencialidades e desenvolva suas habilidades. Ao reformular seus conceitos e reestruturar nossas ações educativas através do conhecimento, estaremos humanizando mais a educação e valorizando as aptidões dos alunos em detrimento de suas inabilidades.O estudo da psicomotricidade pode alterar nosso comportamento uma vez que a motricidade humana, a única que se pode denominar por psicomotora, é distinta da motricidade humana, por analogia a única susceptível de se designar por psicomotricidade, exige a tomada de consciência, uma vontade motivacional e um sistema representações, tendo adquirido, por meio dela, “órgãos” muito especializados que trabalham por ele com mais rendimento e disponibilidade.Todas essas razões justificam esta pesquisa pela importância da psicomotricidade para o desenvolvimento do ser humano, que será estimulado e terá sua auto-estima elevada.O trabalho com a Psicomotricidade dos 0 aos 6 anos pode influenciar no desenvolvimento do portador de necessidade especial.A pesquisa bibliográfica procura explicar um problema a partir de referências teóricas publicadas, buscando conhecer e analisar as contribuições culturais ou científicas do passado existentes sobre um determinado assunto, tema ou problema.O presente estudo foi dividido em 5 etapas, a saber: (a) levantamento do referencial teórico; (b) seleção do referencial teórico apropriado a presente investigação; (c) leitura crítico-analítica do referencial selecionado; (d) organização dos dados levantados e (e) elaboração do relatório final.